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Detalhes do dia 1 de abril de 2025 (terça-feira)
Sala Papirus – FE01

09h00-10h00 - Mesa de abertura
Liliane Campos Machado - Diretora da Faculdade de Educação, UnB
Rebeca Gomes Otero – Chefe do Setor de Educação UNESCO Brasil
Zeynep Varoglu - Especialista Sênior, Setor de Comunicação e Informação, UNESCO (vídeo)
Colin de la Higuera - Líder da Rede UNITWIN-Educação Aberta (vídeo)

 

10h00-10h30 - Palestra: 30 anos de Cátedra UNESCO

Nessa fala apresentaremos uma panorama das atividades da Cátedra nos seus últimos 30 anos, a rede UNOE (Unitwin) em Educação Aberta, e apresentaremos as linhas de ação e os projetos atuais, com um olhar para o futuro.

Tel Amiel é professor da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília onde coordena a Cátedra UNESCO em Educação Aberta e Tecnologias para o Bem Comum. Atua como professor da Universidade de Nova Gorica (Eslovênia) no Mestrado em Liderança em Educação Aberta. Já foi professor visitante na Utah State University, e visiting fellow na Stanford University e University of Wollongong.
https://amiel.net.br

 

10h30-11h00 - Café

 

11h00-11h20 - Palestra: Comunicação e Informação: Demandas contemporâneas
Adauto Soares é Coordenador do Setor de Comunicação e Informação na UNESCO. Mestre em Educação pela Universidade de Brasília, com pesquisa sobre Inovação no uso das TIC (novas tecnologias de comunicação e informação) na Educação. Especialista em Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Graduado em Economia e Filosofia pela Universidade de Brasília.

 

11h20-12h00 - Palestra: Regulando a tecnologia para a equidade educacional: superando a as violações de direitos e construindo uma educação digital crítica

Nesta apresentação, discutiremos a importância da regulação e do uso da tecnologia respeitando os direitos humanos para garantir uma educação de qualidade, focando em caminhos promissores na agenda de recursos abertos e conectividade significativa. Faremos um panorama dos debates, disputas e lacunas que o mundo e o Brasil ainda enfrentam nesse contexto e a necessidade de as instituições do Estado e educacionais se apropriarem desse debate e das ferramentas tecnológicas, mitigando seus riscos. Por fim, defenderemos uma educação digital crítica, essencial para formar cidadãos propulsores da transformação social e garantir o acesso equitativo à educação de qualidade.

Andressa Pellanda é cientista política e educadora, com doutorado em Ciências (USP). Coordena a Campanha Nacional pelo Direito à Educação e representa a instituição em fóruns nacionais e internacionais, como o Fórum Nacional de Educação e a Consulta Coletiva de ONGs sobre Educação para Todos (CCNGO/EFA/Unesco). Especialista em políticas educacionais e gestão de projetos, atuou também na ONU/NY, como jornalista e educadora. Pesquisadora vinculada ao Grupo de Estudos e Pesquisas em Direito à Educação, Economia e Políticas Educacionais (DEEP) da Faculdade de Educação da USP, pesquisa políticas educacionais, financiamento, governança e privatização da educação.
https://www.instagram.com/andressapellanda.prof/
https://x.com/andressapelland
12h00-12h30 - Lançamento: LEGIA - Fórum Permanente Letramento, Ética e Governança em Inteligência Artificial
Ação realizada em parceria entre o International Research Centre on Artificial Intelligence (IRCAI), o IFB e a UnB

Veruska R. Machado é mestre (2005) e doutora em Educação pela Universidade de Brasília (2010). Atuou como docente nas séries finais do ensino fundamental, no ensino médio e em cursos de licenciatura de Letras e de Pedagogia. Atua no Instituto Federal de Brasília na formação de professores e como docente de Língua Portuguesa. É também docente do Programa de Mestrado Profissional em Educação Profissional da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Atualmente se dedica à investigação das seguintes temáticas: concepções de leitura subjacentes a avaliações de larga escala, estratégias pedagógicas e processos avaliativos desenvolvidos na educação profissional técnica de nível médio, (multi)letramento(s) e a formação de professores.

Antonio J. Moraes Neto atua como professor de Informática no Campus Taguatinga do IFB. Tem experiência em Tecnologias da Informação e Comunicação, Educação a Distância e Educação Profissional e Tecnológica. Realiza pesquisas em tecnologias educacionais. Concluiu o Mestrado Acadêmico do Programa de Pós-Graduação em Educação, na área Educação, Tecnologias e Comunicação do Programa de Pós-Graduação em Educação da UnB (2016). Finalizou o doutorado no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação da UFU, na área de Inteligência Artificial Aplicada à Educação a Distância (2024). Foi pesquisador visitante no International Research Centre on Artificial Intelligence (IRCAI).
Tel Amiel – Faculdade de Educação, UnB

 

12h30-14h30 - Almoço

 

15h00-17h00 - Oficina: Jogo da Política da Educação Aberta (saiba mais)
Sala 5 na FE1

Oficina para grupos, organizações e entidades interessadas em explorar lacunas e elaborar estratégias de Educação Aberta para suas políticas educacionais nos eixos tecnológico, legal e pedagógico. Oficina prática do Jogo da Política da Educação Aberta, elaborado pela Iniciativa Educação Aberta, um grupo de pesquisa da Universidade de Brasília (UnB), o Jogo é uma tecnologia social pioneira, e foi construída com a colaboração de gestores, educadores e técnicos da educação pública e privada de todo o Brasil. O jogo já foi utilizado para construção de políticas em diversos países como Argentina, Peru, Cuba, Estados Unidos, Sérbia, Eslovênia, Namíbia e Tanzânia, e obteve boa receptividade e resultados bastante positivos em relação à compreensão de conceitos básicos e à importância da gestão participativa na elaboração de políticas. Foi também o principal recurso da formação Líderes Educação Aberta, realizada pela UNESCO Brasil em 2020-2021, que contou com a participação de 200 profissionais da educação de diferentes regiões do país.

Priscila Gonsales é doutoranda em Linguagens e Tecnologias na UNICAMP, mestre em Inteligência Artificial e Impactos na Educação pela PUC-SP, máster em Educação, Família e Tecnologias Digitais na Universidade Pontifícia de Salamanca. Pesquisadora da Cátedra UNESCO em Educação Aberta e Tecnologias para o Bem Comum e colaboradora do Centro de Pesquisas em Futuros Sociodigitais da Universidade de Bristol (Reino Unido). Consultora UNESCO no Brasil, atua em pesquisa, docência e no desenvolvimento de projetos na área de educação aberta, design thinking e direitos digitais desde 2001.

Maria Rehder é oficial de projetos do Setor de Educação da UNESCO onde atua com projetos relacionados às tecnologias, recursos educacionais abertos e IA na educação. Mestre em direitos humanos pela Universidade de Padova, especialista em Gestão da Comunicação pela ECA-USP, há 22 anos é pesquisadora do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE-USP). Em 2022 foi contemplada com o prêmio Mariazinha Fusari categoria profissional em Educomunicação.